03/12/2019 13h59

Em três de dezembro a Polícia Civil do Espírito Santo comemora o dia do Delegado de Polícia

O Delegado de Polícia é o técnico jurídico a quem cabe o gerenciamento da Polícia Judiciária, cuja função é apurar os fatos que configuram ilícitos penais, identificando os autores da conduta delituosa e auferindo prova da materialidade delitiva. A delegada Suzana Garcia, atuante na Delegacia de Plantão Especial da Mulher da Região Metropolitana (DPEM-RM) e o delegado Romualdo Gianordoli, titular do Departamento de Investigações Criminais (Deic), são dois exemplos desses profissionais da PCES.

Formada em Direito pela “Faculdades Promove”, em 2010, e pós-graduada em Processo Civil no ano de 2011, pela Faculdade Anhanguera, ambas do Estado de Minas Gerais, a delegada Suzana Garcia está na PCES há pouco mais de cinco anos. Ela relata que ocupar esse cargo é um sonho realizado. “Desde a faculdade almejava ser Delegada de Polícia. No trabalho do Delegado de Polícia, nenhum dia é igual ao outro. Um dos pontos que mais me cativa é o fato da carreira de Delegada ser a única, dentre as carreiras jurídicas, que congrega tanto uma atuação jurídica quanto operacional ao combate da criminalidade”, complementa.

Antes de estar lotada na DPEM-RM, Suzana foi titular da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) e da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente e Idoso (DPCAI), dos municípios de Linhares e Nova Venécia.

Já o delegado Romualdo Gianordoli, titular do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), está na PCES há 12 anos, tendo se formado em Direito, em 2006, pela Universidade de Vila Velha (UVV). O delegado já esteve lotado nos postos de titular da Delegacia de Polícia (DP) de Itaguaçu, das Delegacias de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vila Velha, Serra e como plantonista do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e da 3ª Delegacia Regional (DR) de Serra. Para ele, o mais importante em seu trabalho são as investigações com forte emprego de inteligência policial.

“Tive a honra de participar de diversas operações de destaque, como a mega operação em Ourimar, em 2017, com 17 prisões, e a prisão dos meliantes que cometeram latrocínio contra um ciclista e pai de família nas cinco Pontes, neste ano. No entanto, as que mais me orgulharam foram as operações que contaram com forte trabalho de inteligência policial, como as várias operações bem sucedidas contra quadrilhas que roubavam bancos, em que lidamos com meliantes experientes no mundo do crime”, afirma o delegado.

Da mesma forma, a delegada conta que, atuando no enfrentamento à violência doméstica, familiar e violência sexual, teve a oportunidade de presidir diversas investigações que levará em sua memória e coração.

“Presido inquéritos policiais para apurar fatos que muitas vezes são praticados com extrema crueldade contra crianças, idosos e mulheres, que estão sendo vítimas de agressão de toda a ordem e que não têm como se defender desse ciclo de violência. Diariamente me orgulho em poder efetivar a prisão de autores desses crimes. Poder contribuir para a efetivação da justiça social e da justiça voltada à vítima é o que me motiva”, alega Suzana.

Suzana e Romualdo concordam que é um grande desafio realizar a conexão dos envolvidos em uma investigação criminal. “O fato de ser o garantidor dos direitos da vítima e ser o seu primeiro contato, exige da autoridade policial sensibilidade e altruísmo para ouvir e amparar as vítimas que esperam encontrar, primeiramente na polícia, amparo e justiça à responsabilização dos seus algozes”, narra Suzana.

Aos novos futuros delegados e delegadas de polícia, Romualdo diz ser necessário que tenham resiliência, organização, audácia e honestidade nas suas decisões. “Digo para os novos delegados e delegadas que é possível desenvolver um excelente trabalho quando se aprimoram as técnicas investigativas e acompanham a evolução dos meios utilizados para a prática de crimes”. Já Suzana enfatiza que os novos profissionais devem ser vocacionados e não devem se deixar levar pela vaidade ou se desmotivar pelas dificuldades que surgirão no decorrer da atuação funcional. “Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”.

 

 

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